terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Vale sempre a pena olhar


Adoro revirar as gavetas do meu quarto, aquelas que guardam coisas antigas, memórias, lembranças e até coisas minimamente importantes e que, ao longo destes 17 anos, foram especiais para mim.Dei uma passagem de olhos às coisas mais antigas. Aos meus três diários gráficos que me fizeram, de certo modo, ficar feliz: por ter escrito algo que não poderei esquecer de modo algum, por ter colado aquela fotografia, por ter feito o tal desenho, algo que fará parte de uma das fases (mais complicadas) da minha vida: adolescência.
É bom ver todos aqueles postais, bilhetes de concertos, convites, pacotes de açúcar (com aquelas palavras/frases que encantam), papéis de rebuçados e de chocolates, fotografias, textos, desenhos (meus/que me dão), panfletos, dedicatórias, flores verdadeiras (com um significado muito especial), marcadores, penas (de papagaio e não só), entre tantas outras coisas.
Sei que se me quisessem tirar parte de mim, poderiam levá-los, pois são das coisas mais preciosas que poderia ter. São objectos, mas serão sempre como um refúgio emocional. São especiais, só meus.



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