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domingo, 22 de janeiro de 2012
momentos, dos tristes
Foi estranho. Ter alguém incessantemente a olhar para mim, para o estado lastimável em que me encontrava. Sentada numa qualquer paragem, de óculos escuros postos para não me verem a chorar. A pensar porque haveria eu de abrir a boca naquela altura, se corria o risco de ser tudo menos levada a sério. Senti, senti que aquele homem, debruçado na janela, sentia o que se passava comigo. Era um olhar meigo, de pena, mas que ao mesmo tempo questionava o meu estado. Via o meu contínuo movimento de limpar as lágrimas sem ser descoberta (ou pelo menos tentando não o ser). Tinha os seus cinquenta e tal anos e ainda assim me acompanhou até à hora da minha partida, da minha entrada no autocarro. Pode parecer (e foi) esquisito, mas parece que durante aqueles 15 minutos de espera serviram para que alguém (este aguém) olhasse por mim, como há muito ninguém faz. Sinceramente nem sei porque derramei tantas lágrimas (ou melhor, sei, mas preferia não saber), já devia estar habituada a tal ritual. Mas fora das quatro paredes que me protegem, era raro isto acontecer. Enfim, dentro do rectângulo andante retirei-me do mundo ao som da minha música, aquela que me acarinha e percebe. As lágrimas foram secando.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Quando sentimos a falta de alguém o que fazer? Recostarmo-nos num canto e pensar no que fazer ou simplesmente deixar que o tempo resolva o assunto. Quando precisamos do carinho ou apenas do sorriso de alguém o que fazer se não o temos a jeito? Sinceramente, sonhar seria a melhor opção. Talvez seja isso que, por muito que me custo, deva fazer. Nada mais vai alimentar o meu espírito e reconfortar a minha mente. Só quero estar só, com os meus pensamentos, as minhas lamúrias, os meus sonhos. Posso?
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sábado, 25 de junho de 2011
Obrigada
"dá sempre o teu melhor!! a mais não és obrigada!
adoro-te, acredito em ti, és importante e grande!"
Obrigada por tudo o que fazes por mim, por tudo o que me levas a crer em relação a mim própria. Obrigada por seres quem és e dares o melhor de ti para me fazeres sentir feliz. Obrigada por seres das pessoas mais importantes da minha vida e fazeres parte dela como nenhuma outra faz ou fará. Obrigada por acreditares em mim e me dares o devido valor. Obrigada por me respeitares como eu te respeito e por gostares de mim como eu de ti gosto. Obrigada, és e sempre serás um grande exemplo para mim. Obrigada por não seres daquelas pessoas que torna a minha existência em vão. Obrigada por estares sempre lá, mesmo que não estejas e por teres sempre a palavra certa para me dizer na altura certa e na qual mais preciso. Obrigada por seres das únicas pessoas que me ouve e me conhece a fundo. Obrigada por me apoiares tanto na decisão certa como na errada. Obrigada por existires e por seres quem és. Adoro-te.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Adeus secundário!

Espero que para sempre!
Foram os 3 melhores e piores anos da minha vida: os que me fizeram aprender, crescer e acreditar que tudo pode ser feito e lidado da melhor maneira.
Foi naquela escola que conheci aqueles que agora me orgulho de dizer que são os melhores amigos do mundo, que conheci aqueles que espero nunca mais voltar a ver e ainda aqueles que vão deixar muitas saudades. Foi ali que tive os piores e melhores professores que me deram grandes dores de cabeça, tanto uns como outros, foi ali que vi todo (ou quase todo) o meu esforço recompensado de alguma maneira e espero também que seja ali que tenha a melhor notícia de sempre: a de passar nos exames e, finalmente, tão cedo não voltar a pôr lá os pés.
Amei todos os momentos passados naquele lugar, todos os 'olá, tudo bem?' dos conhecidos, todos os 'não façam barulho!' das continuas, todos os 'apre!' e 'pshiu!' da Tina (directora de turma), de todos os jogos de volei, de todas as parvoíces nas aulas, de todas as 500GB de fotografias tiradas nestes 3 anos, de todos os abraços e beijos sentidos, de todas as discussões e desentendimentos entre alunos e professores, de todas as quedas, de todos os jogos que jogávamos em conjunto nas aulas de multimédia, de todas as músicas que ouviamos nas aulas, enfim, de tudo o que nos uniu e nos continua a unir.
Obrigada a todos aquels que continuam a ser os únicos que me fazem feliz (eles sabem quem são).
P.S.: esta música vai ficar na memória para sempre:
terça-feira, 31 de maio de 2011
enfim
Ando completamente perdida, perdidamente confusa e confusamente farta de entrar todos os dias na minha própria casa. Será que isto nunca vai mudar? Nunca terei a paz de espírito que necessito para ser feliz (o resto que falta)? É isto que está a dar comigo em doida, é isto que me faz ir a baixo todos os dias: o ter de receber todos os 'maus-tratos psicológicos', sempre da mesma pessoa.
Estes 18 anos em que aguentei tudo, ao mais infimo pormenor, estão a ficar gastos e cansados de tanta dor, de tanto sofrimento desnecessário, nunca merecido.
Talvez noutra vida tenha feito algo muito mau para receber tal 'tratamento', mas espero que quem o está a fazer agora, pague por isso, nesta ou noutra qualquer vida, mas que pague.
Juro que não sei quanto mais tempo aguento isto, juro que um dia vou ser feliz apesar de a minha infância e adolescência terem sido super conturbadas e deveras tristes.
Sei que sou das piores pessoas à face da terra para esse alguém, mas esse alguém também o vai ser sempre, para mim. Nada me deixa mais infeliz do que isto, nada mesmo... e o pior, é que afecta em tudo na minha vida.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Porque é que quando damos tudo por tudo para ajudar alguém não vêm isso como um acto puro e simplesmente amigável? Porque é que até quando estamos doentes, não deixam de nos massacrar? Porque é que quando damos tudo de nós em alguma coisa, para alguém nunca fazemos o suficiente? Porque é que acham sempre o pior de nós quando só mostramos o nosso único, pacifico e sincero lado? Porque é que continuam a fazer-nos pensar que somos as piores pessoas do mundo quando sabemos perfeitamente que esse não é o nosso papel? Porque é que fazem de nós a má da fita quando na verdade, esse alguém é que o é? Porque é que nunca reconhecem o nosso valor e nos mandam a baixo como se não houvesse amanhã? Porque é que quando estamos mais felizes do que nunca, têm sempre o dom de nos deixar tristes e revoltadas?
Gostava verdadeiramente de saber, mas como tudo na vida, já sei que ninguém me vai saber responder a isto.
Gostava verdadeiramente de saber, mas como tudo na vida, já sei que ninguém me vai saber responder a isto.
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domingo, 1 de maio de 2011
Enquanto para uns é o dia de agradecer
Para mim é um dia exactamente como os outros, um dia em que 'nem no dia da mãe(?!)' ela muda, um dia em que quanto mais tempo passo com ela, mais me farto. Sei que é minha mãe, sei que foi graças a ela que tenho tudo do que posso usufruir agora, mas aquilo que mais queria não tenho: a atenção, o amor, o apoio, a amizade. Nunca tive, nem vai ser a partir de agora que irei ter, estou consciente disso.
Nunca vi ninguém assim, nenhuma mãe assim. Sei que há piores, mas também há melhores e não consigo compará-la a nenhuma delas, nem atribuir-lhe uma das categorias porque simplesmente não dá. Ela é única, pelas piores razões, sempre foi, tanto comigo como com as minhas irmãs, no tempo delas. Contudo, elas agradecem-lhe por tudo o que fez, por todos os raspanetes, por todas as chapadas, por todos os gritos (talvez por merecerem), já eu, não agradeço nem nunca irei agradecer tais coisas, apenas porque sei que não mereço, nem nunca fiz por merecê-lo. Espero que talvez um dia ela perceba o que me faz passar, o que me faz chorar. Mas, apesar de tudo, só quero que tenha um dia feliz.
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sábado, 12 de março de 2011
Não pode, nem tem de ser assim
Porque tudo o que me leva a querer uma coisa, é por mim, não pelos outros.
Não vale a pena dizerem o que tenho de fazer, como seguir em frente, como ter um futuro brilhante, porque nada será suficientemente bom para mim se eu não gostar do que faço.
O que menos quero é desistir. O futuro assusta-me, tanto que penso que se um dia não conseguir chegar ao que estou a fazer, possa querer ou pensar em desistir.
Não vai ser assim, o futuro é meu, tenho tempo de lá chegar. As escolhas são minhas e se forem erradas, não posso remediá-las mas fazer outras, até que seja realmente feliz com elas.
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
assim é e para sempre será
Cada vez gosto mais de cuidar do que é meu, do que não é, do que poderá vir a ser e do que nunca foi.
Gosto de cuidar no sentido de dar valor, ao que faço e ao que os outros fazem.
Serei sempre assim, cuidadosa, cautelosa e amiga de tudo o que me rodeia de bom.
Tudo nas minhas mãos é como se fosse algo frágil, de valor incompreensível. E ainda bem que assim o é, para bem de todos.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Solta que nem uma pena
Por todas as vezes que, por alguma razão, me senti presa.
Por todas aquelas situações complicadas por que passei e levei algumas pessoas a passar também.
Por tudo aquilo que existiu e foi um erro completo, sinto muito.
Para compensar está tudo a compôr-se da melhor maneira possível (e a dobrar).
Já não sou aquela menina que por qualquer motivo se sente a pior pessoa à face da terra, aquela que sentia que todos estavam contra ela. Já passei a ser a que continua a apegar-se às pessoas, mas que está atenta a tudo à sua volta. Que não dá demasiada importância/confiança ao que todos dizem e fazem.
Sinto-me livre, de tudo aquilo que me prendia numa gaiola com um enorme cadeado impossível de abrir.
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sábado, 22 de janeiro de 2011
Nunca mais começa o dia
Não consegui dormir, a ansiedade era imensa.
A vontade de saltar da cama lutava contra o sono que estava a sentir. O sorriso não me saía dos lábios nem por um segundo. Nem as duas razões para me sentir orgulhosa de mim mesma evaporavam da minha mente.
E vai ser assim, pelo menos até Abril.
:D
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Inspiração das 23h
Precisava de encontrar um caminho e que lá estivesse alguém que me protegesse de todo o mal que fora dele existe. Que se unisse a mim e nos tornassemos um so. Como de uma gruta se tratasse, mantermo-nos igualmente seguros fora dela e lutassemos contra o que estiver para vir. Que com as vestes do nosso corpo seguissemos um só caminho, o nosso.
(Foi escrito antes de adormecer. Não sei a que se deve esta inspiração, mas digo-vos que o meu dia de ontem não foi assim muito fácil. E sim, já sei que é um bocado lamechas xD)
(Foi escrito antes de adormecer. Não sei a que se deve esta inspiração, mas digo-vos que o meu dia de ontem não foi assim muito fácil. E sim, já sei que é um bocado lamechas xD)
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Vale sempre a pena olhar
Adoro revirar as gavetas do meu quarto, aquelas que guardam coisas antigas, memórias, lembranças e até coisas minimamente importantes e que, ao longo destes 17 anos, foram especiais para mim.Dei uma passagem de olhos às coisas mais antigas. Aos meus três diários gráficos que me fizeram, de certo modo, ficar feliz: por ter escrito algo que não poderei esquecer de modo algum, por ter colado aquela fotografia, por ter feito o tal desenho, algo que fará parte de uma das fases (mais complicadas) da minha vida: adolescência.
É bom ver todos aqueles postais, bilhetes de concertos, convites, pacotes de açúcar (com aquelas palavras/frases que encantam), papéis de rebuçados e de chocolates, fotografias, textos, desenhos (meus/que me dão), panfletos, dedicatórias, flores verdadeiras (com um significado muito especial), marcadores, penas (de papagaio e não só), entre tantas outras coisas.
Sei que se me quisessem tirar parte de mim, poderiam levá-los, pois são das coisas mais preciosas que poderia ter. São objectos, mas serão sempre como um refúgio emocional. São especiais, só meus.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O que foi e o que está para ser
Mais um ano que vai passar, mais um ano que aí vem, mais uma vez irei dizer 'ano novo, vida nova' e mais uma vez vai continuar tudo igual (pelo menos em algumas coisas).
Neste ano perdi e ganhei muita coisa. Perdi amigos, perdi a pessoa mais importante da minha vida, perdi membros da família e pior que isso, perdi a vontade que tinha de ser feliz. Contudo, ganhei amigos verdadeiros que me fizeram voltar ao meu estado normal, a voltar a ser o que era e até a ser melhor do que alguma vez fui. Nunca me tiraram o sorriso da cara, nunca deixaram de me levantar quando caí, nem de me dar o abraço e o beijo matinal e ao fim do dia, que me fazia feliz, por muito normal que possa parecer.
Foi o ano do sofrimento, das desilusões, das lágrimas e do ódio, mas também o ano das aventuras, da descoberta, das experiências, do lutar e do 'sobreviver'. O ano em que percebi que não preciso de alguém que me diga o que fazer, como reagir, o que sentir, sei fazê-lo sozinha, sou independente embora presa no meu próprio lar. Sou livre por dentro, tenho a consciência limpa e sou feliz assim. Devo isto a todas as pessoas que nunca desistiram de mim e que, sobretudo, acreditam que sou capaz de muito e me dizem que sou a pessoa mais forte que alguma vez conheceram.
Muito obrigada por todas aquelas palavras, actos e momentos que me levaram a querer viver só para vos ter do meu lado.
Quanto a 2011, espero que seja muito melhor que 2010, espero já ter a carta, começar a trabalhar e (finalmente) sair daquela escola e ir para a faculdade e espero voltar a Tomar com os melhores.
Vai ser um ano de surpresas, muita festa, alegria e principalmente muita amizade.
Feliz ano novo e boas entradas.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Admiro-te
Infelizmente pelas piores razões.
Admiro-te pela coragem que tens. Aquela que tens ao expor a tua vida assim, como se fosse algo bonito de se ver, como se fosse um livro a ser publicado para toda a gente o ler. Sei que sabes quem és, a quem me dirijo com estas palavras que provavelmente não adoras. Eu também não, mas são as que mais me ocorrem dizer-te, as que me fazer ver o quão tu mudaste. E não foi por mim, como dizes ninguém te vai fazer mudar, todos têm de te aceitar como és. Pois eu não aceitei, nem aceito. Infelizmente é assim que tem de ser. Ninguém tem de ser infeliz por causa e apenas pela tua maneira de ser, pela maneira como vês as coisas, pelo modo como reages a cada erro que cometes e não admites. Sobretudo aqueles erros que me magoam e continuam a magoar. Sim, continuas a magoar-me, não da mesma maneira que me magoavas, mas continuas a fazê-lo.
Os meus dias tornam-se longos ao pensar em ti, em como podia ter sido diferente, em como podíamos ter sido muito mais felizes, sem contratempos nem discussões estupidamente parvas. Admiro-te pela facilidade que estás a ter ao esquecer o que acontece, mas fazes bem. Quem me dera a mim ter essa facilidade, deixar de pensar (de uma vez por todas) em ti, no teu sorriso, no teu olhar... Se ainda te amo? É difícil dizer, é difícil explicar, mas confiança? Essa foi-se há muito tempo e provavelmente não voltará. Aquele coração mole, apaixonado e sorridente fechou-se a sete chaves, não para sempre, mas por agora.
Acredita que não tenho motivos (quase) nenhuns para sorrir, para me dar por feliz depois de tudo o que passei e ainda passo, não só por ti, mas também deves saber porquê. Mas, ainda assim sorrio, faço tudo de um jeito fácil, ou tento que seja tudo fácil, para ainda assim ser feliz.
Admiro-te simplesmente, pelas piores razões.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
19 de Agosto - Dia Mundial da Fotografia
A minha paixão pela fotografia nasceu quando ainda era eu muito nova.
Fui adquirindo várias máquinas fotográficas e todas elas me satisfizeram de maneiras diferentes e muito próprias, fazendo orgulhar-me de todos os trabalhos que até hoje concretizei. Ainda que, há uns anos, sem bases nem qualquer sabedoria sobre o assunto e o manuseamento das máquinas, experimentei, observei e revelei um enorme interesse sobre esta temática. A minha súbita paixão, aquela que me abriu os olhos para tudo o que viria a aprender com a fotografia foi quando pude andar sozinha com uma máquina minha, era uma Nikon, que apesar de não ser muito boa foi com esta que comecei a fazer experiências fotográficas de forma mais consciente, e apenas à menos de um ano é que adquiri a minha primeira reflex, uma Canon Eos 500D, a minha mais que tudo, que me permite obter fotos com bastante mais qualidade.
Sempre foi um sonho, que para mim era quase difícil realizar, mas, porém, a minha vontade de lutar por aquilo que queria era demasiada para me deixar derrotar. A fotografia para mim é tudo e poder usufruir dela é uma honra, é algo que já nasceu comigo, não sei.
Agora, tenho uma colecção de máquinas fotográficas que, um dia, daqui a muitos anos, continuará a existir e a fazer-me recordar momentos que só com elas passei e ultrapassei, momentos esses que estão registados não só nas pastas do meu computador como na minha memória.
A fotografia além de ser tirada, tem de ser sentida e 'contar uma história', tem de ser vista como algo que ficou na memória, como algo que não se vai apagar, que transmite sentimentos e emoções, como algo inexplicável. Qualquer dia, poderei fazer dela a minha vida, quando me tornar o que sempre quis, fotógrafa profissional.
Obrigada ao meu 'amigo' Joseph Nicéphore Niépce por ter inventado tal coisa, coisa essa que sem ela, eu não poderia viver.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Thank you
Obrigada pelo desprezo, pelas palavras tortas e secas, as respostas sem nexo e as desculpas sem sentido nem razão. Obrigada por me fazeres sentir que sou sempre a má da fita, por te fazeres de vítima e por virares toda a gente contra mim. Obrigada pelo carinho que raramente me dás e que eu sei que merecia muito mais. Obrigada pelos cínicos e hipócritas olhares. Obrigada pelas nunca ditas palavras de incentivo e pelo orgulho que nunca disseste ter por mim. Obrigada por te esqueceres de tudo o que me dizes e por esconderes tudo o que te dou e dei. Obrigada por isto, por mais e por tudo o que me fazes sofrer, não de hoje, mas de sempre. Obrigada M.
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domingo, 8 de agosto de 2010
Try
Fotografia tirada à muitos anos.
Modelo e fotógrafa: eu
" Às vezes construímos sonhos em cima
de grandes pessoas. O tempo passa e
descobrimos que grandes mesmo são
os sonhos, as pessoas eram pequenas
demais para torná-los reais. "
Tentar sempre foi para mim uma das minhas prioridades. Sinceramente, acho que tentei mais que qualquer outra pessoa e, por mais cega que tivesse sido, tentei ser feliz. Porém, este meu 'tentar' foi em vão, pois nunca foi reconhecido. Sempre que tentava, outros tentavam de outra forma destruir-me, de uma forma má, sem dó, de uma repugnância que tal, só visto.
Mas, depois de tudo o que tentei, aprendi. A controlar-me, a não me precipitar em relação a vários aspectos e a deixar de confiar tanto nas outras pessoas.
Errei muitas vezes, é certo, mas não errei tanto, nem tão perto, como tu.
É algo que está dentro de mim, é da minha natureza, acreditar nas pessoas, não logo à primeira, mas à segunda ou talvez só à terceira.
A minha atenção vai estar redobrada agora, não haverá mais ninguém que me magoe e me humilhe, como fizeste.
Estou feliz? Sim. Tenho tudo o que quero? Quase. Mas tenho o melhor que a vida me podia dar, a consciência limpa e tranquila, de tudo o que fiz, por mais 'em vão' que tivesse sido, foi sincero. Já o mesmo não podes tu dizer.
Existem pessoas que ainda têm de crescer muito e tu és uma delas. Mas nem o meu pensamento e sonhos diários merecem servir-se de ti, do que foste, porque nunca o foste realmente, preferia que não se esforçassem tanto para ter o que nunca tiveram, respeito.
Vou continuar a tentar, a tentar viver, a tentar ser feliz, sem a pessoa que mais me fez bem e mal ao mesmo tempo.
Por vezes é difícil, mas como dizem uns 'o mal supera o bem' e não vai ser desta que vai fugir à regra, pois apesar de ser o bem que me vem primeiro à cabeça, é também o bem que submerge sempre no fim e este por sua vez dá lugar ao mal, que por sua humilde vez me dá vontade de começar de novo a tentar.
Podem ser paranóias, mas o meu subconsciente pediu-me para escrever tudo isto, apenas para ficar bem comigo mesma. Simplesmente tentei ser 'a força' que sempre tive dentro de mim e que por vezes fica fraca. Tentei ser eu própria e demonstrar tudo o que sinto e o que não quero sentir, por ti.
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