domingo, 27 de janeiro de 2013

Ai o que eu dava

para voltar para lá, para aquela casa que por momentos senti que foi minha, que passei metade da minha vida até agora e onde fui a criança mais feliz do mundo. 
Onde nesta altura da minha vida me sinto bem, confortável e acolhida por quem lá vive. Aquela casa, que não é só uma casa, é um andar, é a casa do esquerdo e a casa do direito, que sempre esteve de portas abertas para mim. É onde está o tio e a tia, a madrinha, o padrinho e os primos, sem esquecer a cadelinha mais amorosa.
É onde eu passava o resto da minha existência se pudesse, a comer crepes de chocolate com gelado com os primos, a rir e a chorar com a madrinha e a brincar com o padrinho. Porque são uma verdadeira família, a minha família de verdade!
É no sofá onde nos juntamos todos, a ver um filme como uma verdadeira família. É lá que quero estar. 
Para sempre.

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