domingo, 31 de janeiro de 2010

Técnica do inacabado e do propositadamente indefinido.

Para quê?

As raparigas agora só pensam em pintar o cabelo, mas para quê?
Na altura da adolescência, lá para os 15, 16, 17 anos, querem pintar o cabelo, principalmente de loiro ou ruivo. Para mim, a única razão que me levaria a pintar o cabelo, seria a existência de cabelos brancos. E para elas? -.-

Why?

A pergunta que mais faço ao longo do dia. Porquê?
Porquê eu? Porquê a mim? Mas porquê? Não sou a vítima, mas também não sou a má da fita, garanto-te. Tenho sofrido, sozinha, no meu canto, sem ninguém reparar que um sorriso meu simboliza uma lágrima, das que secaram, das que não caem em frente a outras pessoas. São só minhas, always. Sou a culpada, de tudo, tudo o que acontece, tudo o que não acontece. É assim a vida. A minha sorte mudou, mas para pior. A minha e a tua. Desculpa.
Our luck changed.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Quanto mais velha, mais perfeita fico

Perfeita, isto é, sem borbulhas.
Ah pois, após ter feito os meus belos 16 aninhos, quais borbulhas quais quê, nem sinal delas. Quer dizer, uma de quando em vez não tem mal nenhum, até nos faz pensar que ainda somos jovenzinhos. Fazem bem em não aparecer, não fazem cá falta nenhuma nesta pele de bebé :b

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


É preciso voltar a ser criança para poder ter alguém que me dê a mão quando preciso?!


You put a happy in my ness.




R.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Qual é a cena?


Qual é a cena de me darem informações de pessoas das quais não quero saber nada?
Pessoas que já não fazem parte da minha vida, das quais não me interesso minimamente pelo que fazem ou deixam de fazer. Não têm respeito por mim, são tipo estúpidas, e aí? Não sei se é por vingança, ou simplesmente para fazer ciúmes como diz o J. Sou mesmo sincera, estou-me a cagar. Só não faço o mesmo porque não tenho coragem, não sou desse tipo ;)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Malditos inquéritos

Vá lá, vá lá, apanharam-me com disposição e de bom humor. Uma mulher de voz doce, faz-me montes de perguntas: a minha idade, o meu grau de habilitações, a minha profissão, a profissão dos meus pais, quantos membros fazem parte do agregado familiar, quem vai às compras aqui em casa, se sou eu a responsavel por tal, se contribuo mais ou menos que outra pessoa do agregado familiar para pagas as contas, as habilitações literárias dos meus pais.. e assim do nada, sem ter nada a ver com o assunto, fala-me de máquinas de café, pergunta-me se tenho máquina de café em casa, da marca Dolce Gusto, Nespresso, Expresso, eu disse que tinha uma da primeira marca. Entretanto pergunta-me que marcas de máquinas conheço, diz-me a marca de umas 50 máquinas e eu só respondo 'sim' e 'não' (bem podia ter posto um gravador ou assim, ja estava a adormecer), depois diz para eu responder a cada pergunta de '0 a 10', e as perguntas foram: 'da marca Dolce Gusto, acha que é fiável?' (8), 'é luxuoso e tem design?' (9), 'é apreciada por pessoas que normalmente bebem café?' (8).. enfim, se fosse a dizer todas as perguntas que ela me faz, não saía daqui -.- Ia fazer-me estas perguntas todas sobre todas as marcas de máquinas, deve pensar que tenho a vida dela. Teve sorte por ter uma pessoa assim disponível para responder a um questionário de 15 minutos! Mas.. NUNCA MAIS ME APANHAM NUMA DESSAS! :c

Terão super-poderes?


Hoje, numa das belas aulas de História da Cultura e das Artes, o A. pediu ao stor para ir ao wc, quase esperneou, rastejou pela sala, fez birra.. Enfim, nem por nada o stor o deixou ir.
Então lembrei-me, será que os stores nunca têm vontade durante as aulas? Falo da stora de Filosofia, que passa as aulas a beber água, como é possível? :o

domingo, 24 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

Sentimentos revoltantes

Passei a semana toda com esta vontade enorme de chorar, presa nos meus pensamentos e ideias.

Sinto-me como um palhaço, a rir quando deveria estar a chorar; a brincar quando deveria estar a fugir de todos os que me rodeiam; a fazer feliz quem está comigo, mesmo sem ter forças para sorrir, é assim o meu dia-a-dia, a tentar ser quem não sou.

Sou um palhaço que chora, que sofre, que tem sentimentos, um palhaço simplesmente humano. Humano e solitário, à espera de um simples abraço, ou de um simples ‘eu estou aqui’.

Sou um palhaço de circo, que como todos faz a alegria de todos, mas que quando está só num canto, depara-se somente com as lágrimas frias e salgadas que borram a maquilhagem que se encontra no seu rosto. Somente um solitário palhaço, triste, que procura uma luz, segurança, para poder continuar com a sua missão, continuar a trazer aquela alegria e fantasia a que todos estão habituados ver.

Questionei-me se estava a ficar louca, se estava a ser egoísta. Como é que eu, com tantas coisas boas para contar, posso estar assim, triste? E fico mais triste por não saber o porquê da minha tristeza. Por isso e por tantas outras coisas talvez, não chorei. Guardei isso dentro de mim, para tentar esquecer. Sem pensar no quão cruel estava eu a ser comigo mesma, impedindo-me de fazer algo tão simples como chorar. Acabo sempre por fazê-lo, sem que me aperceba, correm-me as lágrimas pelo rosto até sentir o seu gosto nos meus vermelhos lábios pintados pela tinta, da qual que sobressai um sorriso, sorriso falso, de palhaço.

A vida continua a ser cruel comigo, mesmo sendo em algumas horas, bem doce. Todas as minhas tristezas, angústias, todas as horas de sono que tenho perdido por tantos problemas. É essa mesma vida que agora me corta os pulsos e me faz sangrar lentamente e que mesmo assim, agora, me tira o direito de chorar. Apenas porque a obrigação do palhaço é garantir sempre o espectáculo. Mas ninguém me garante que ele não chora.

Sempre procurei uma razão para tudo, uma explicação e sentido para cada momento, cada sentimento, e isso impede-me de chorar por chorar, amar por amar e viver por viver. Mesmo que agora chorasse, seria sozinha, em silêncio, porque mesmo entre tantas pessoas, tantos amigos, acho que não há ninguém para me entender neste momento. Na verdade, acho que nunca haverá, porque no espectáculo da minha vida, eu ‘palhaço triste’, tenho apenas a obrigação de garantir o espectáculo, mesmo que isso custe sufocar os meus sentimentos e me impeça de chorar.

I need luck!

Que seca de vida!
Mas pensam que nós, estudantes, não temos mais que fazer senão estudar e fazer trabalhos? Temos vida própria além das aulas -.-
Já não basta termos de ler os Maias até ao fim como também ler outro livro para apresentar oralmente no final do período e também temos de fazer 2 bandas-desenhadas ? Uma vá lá que não vá, é em grupo, sempre temos as aulas de desenho para o fazer, agora fazer uma banda-desenhada sozinha? É demais ! Imaginação e criatividade não me faltam, mas daí a desenhar bonequinhos e coisinhas, vai uma grande distância. Até porque para quem é bastante perfeccionista como eu, vai ser muito difícil! Desejem-me sorte!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

E perguntam vocês..

.. o que faço eu aqui?
Pois bem, ontem esqueci-me de carregar o meu lindo ipod e hoje tive uma necessidade de ouvir música e não tinha bateria. Como ainda tive de esperar, aproveitei para passar por aqui para desejar um : BOM DIA :D

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

De volta

Finalmente, parece que acordei de um coma e agora posso voltar a escrever no meu fofinho blog! Não foi bem o que aconteceu, mas preferia que tivesse sido (ou não). Estou de castigo e agora só posso vir à net 1h por dia, que com este computador é impossivel sequer entrar numa página em menos de 1 minuto. Enfim, vou fazer uns 50 posts hoje, só para ficar descansadinha e não me esquecer das minhas obrigações aqui! :c

sábado, 2 de janeiro de 2010

My place


The best place in the world